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Dra. Thaiane Lage - Dermatologia
Dr. Jorge Nazareno - Dermatologia
Dra. Letícia Mesquita - Dermatologia
Dra. Theisla Raiol - Dermatologia
Dr. Carlos Sérgio Rabelo - Endocrinologia
Dr. Luiz Adriano Araujo da Costa - Alergista
Dr. Carlos Cunha Oliveira - Cirurgia Plástica
Dra. Ayrlana Fonseca - Nutrição

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Especialidades

Sua saúde


Alopecia Androgenética
A calvície masculina, também chamada cientificamente de alopécia androgenética, consiste na mais frequente causa de perda capilar nos homens. Tal condição é determinada por fatores genéticos e também por fatores hormonais. O início do quadro é extremamente variável, e as suas primeiras manifestações clínicas podem surgir já na adolescência, com alguns padrões de perda dos cabelos. São as famosas "entradas", que surgem nas regiões laterais da porção frontal do couro cabeludo. Porém, pode ocorrer a perda capilar na região do topo da cabeça (vértex) e também na região mais central do couro cabeludo. Embora não seja uma doença que traga consequências negativas à saúde, a perda de cabelo pode interferir na qualidade de vida do paciente, causando-lhe constrangimento e limitando a sua interação social. A alopécia androgenética é uma condição que evolui progressivamente, portanto, o diagnóstico e a instituição do tratamento devem ser precoces. É fundamental que se realize uma avaliação individualizada, investigando-se outras doenças que possam estar relacionadas ao quadro. Atualmente o tratamento envolve o uso de medicações locais, por via oral e também procedimentos como a indução percutânea de colágeno, o já famoso e consagrado microagulhamento. Independente do método de tratamento escolhido, a resposta é variável e o acompanhamento deve ser contínuo. O médico dermatologista é o profissional mais habilitado para o diagnóstico correto da calvície masculina, sendo ele o responsável por prestar os devidos esclarecimentos para o paciente sobre os demais aspectos da doença e as modalidades terapêuticas disponíveis.


Cuidados com a pele da gestante
O período da gestação e um dos momentos mais especiais na vida de uma mulher. Marcado por diversas transformações no campo mental, físico e afetivo, a pele da grávida também possui características muito singulares. Os fatores hormonais estão envolvidos  na predisposição ao desenvolvimento de doenças muito específicas como o melasma,  a formação de estrias e também com as alterações nas unhas e cabelos. Na atualidade existem opções cosméticas seguras para o tratamento da mulher nesse momento tão delicado. A correta indicação de tais substância é crucial para a qualidade do tratamento e obtenção dos resultados sem que haja risco para a saúde da mãe e no bebê. É fundamental que a futura mamãe realize um acompanhamento com um médico dermatologista membro titular da sociedade brasileira de dermatologia (SBD), sendo ele o responsável por garantir a saúde da pele da gestante durante todo esse delicado e mágico processo.


Dermatite Seborréica
Conhecida popularmente como caspa, é uma doença inflamatória crônica não contagiosa caracteriza por eritema (vermelhidão), prurido (coceira) e descamação na pele, couro cabeludo e região da barba. É uma doença que pode afetar homens e mulheres, crianças e idosos, e apesar do seu caráter benigno, pode ocasionar muito desconforto e constrangimento ao paciente, principalmente quando a coceira torna-se intensa e a descamação visível. Além dos fatores genéticos, aspectos imunológicos, e dietéticos podem estar envolvidos. Representa uma das principais causas de queda capilar, e pode se assemelhar a outras doenças como a psoríase, necessitando portanto de um diagnóstico correto para o adequado tratamento. Por isso, a automedicação deve ser evitada. A melhor forma de conduzir essa doença é através do acompanhamento com o médico dermatologista membro titular da sociedade brasileira de dermatologia (SBD).


Melasma
O melasma é um distúrbio pigmentar crônico e recidivante caracterizado pelo surgimento de manchas marrons/acastanhadas acometendo principalmente a região da face, colo e também outras áreas expostas. O principal fator de risco/desencadeante é a exposição solar sem a adoção de adequadas medidas de fotoproteção. Contudo, o uso de algumas medicações, anticoncepcionais e períodos como a gravidez estão envolvidos no desencadeamento ou piora da doença. Apesar de não ser uma doença grave, suas implicações estéticas na qualidade de vida dos pacientes devem ser compreendidas e respeitadas. Embora não exista cura para o melasma, as opções terapêuticas atuais permitem melhora substancial do quadro e um satisfatório controle. O uso correto e diário do filtro solar é o primeiro passo para o adequado tratamento da doença, podendo ser complementado com agentes tópicos clareadores, fotoprotetores orais, além de procedimentos como o peeling, IPCA (microagulhamento) e a terapia com luzes. O profissional mais capacitado para o tratamento dessa doença é o médico dermatologista membro da sociedade brasileira de dermatologia (SBD), sendo ele o responsável por, em cada consulta, orientar e acompanhar o paciente, garantindo dessa forma a correta adesão à terapêutica.


Fotoproteção
A fotoproteção deve ser compreendida como o conjunto de medidas adotas com o objetivo de se reduzir a exposição da pele aos efeitos nocivos da radiação solar (radiação ultravioleta), que incluem queimaduras, fotoenvelhecimento e o câncer de pele.

O uso de filtro solar deve ser um hábito diário a todos os pacientes, ele representa a medida mais importante na saúde da pele. O FPS (fator de proteção solar) é um dado importante, porém, além do valor do FPS o hábito da reaplicação do filtro solar a cada 2-3 horas é a estratégia realmente eficaz para uma adequada fotoproteção, sendo obrigatória inclusive em doenças como lúpus, melasma dentre outras.

Além do uso correto do filtro, com o hábito da reaplicação e a quantidade adequada, o uso de chapéus de aba larga e óculos escuros de boa qualidade com proteção UV (ultravioleta) e o uso de roupas que cubram a maior parte das áreas do corpo expostas ao sol são medidas complementares que auxiliam na manutenção da saúde da pele.

É fundamental o acompanhamento regular com o médico dermatologista da sociedade brasileira de dermatologia (SBD) para o esclarecimento de dúvidas, orientações e detecção precoce de agravos na pele decorrentes de uma exposição solar sem proteção, bem como o adequado tratamento.


Pele oleosa precisa de hidratação?
As características de quem tem a pele oleosa incluem uma pele espessada, com poros aparentes, brilho excessivo e uma maior predisposição ao desenvolvimento de acne. A atividade das glândulas sebáceas, estruturas da pele responsáveis pela produção do sebo, é influenciada por fatores climáticos, hormonais, genéticos, pelo estresse e por hábitos alimentares inadequados.

Mesmo as peles com tendência a oleosidade necessitam de hidratação como parte de toda uma rotina de cuidados diários. Deve-se optar por produtos de textura e composição não oleosa, e a utilização de agentes matificantes e seborreguladores deve fazer parte do arsenal terapêutico, além da fotoproteção.

A hidratação é fundamental para fornecer ativos cosméticos afim de se garantir a saúde da pele, sendo uma etapa importante inclusive nos tratamentos que envolvem o uso de ácidos mais potentes. O acompanhamento com o médico dermatologista membro da sociedade brasileira de dermatologia (SBD) é fundamental para o estabelecimento da terapêutica mais adequada ao perfil de cada paciente.


Rosácea
A rosácea é uma doença inflamatória crônica da pele, caracterizada por episódios de rubor (vermelhidão) na face com aumento local da temperatura em áreas como bochechas, nariz, testa e queixo. É uma doença de mecanismo complexo que afeta principalmente os adultos, embora também seja encontrada eventualmente nas crianças. Fatores climáticos, emocionais e dietéticos também estão intimamente relacionados a doença, podendo desencadear ou acentuar os seus sintomas. Clinicamente se apresenta em 4 formas: a rosácea eritematotelangiectásica, com os episódios de vermelhidão facial além do surgimento de vasos sanguíneos aparentes na pele; a forma pápulopustulosa, com avermelhamento e lesões que se assemelham a acne (espinhas); a forma fimatosa, na qual além do rubor a pele torna-se mais espessa; e a forma ocular. Quando não adequadamente tratada, a doença pode comprometer a qualidade de vida dos pacientes, limitando a sua interação social devido ao constrangimento que as lesões da rosácea podem causar. É fundamental o uso correto e diário do filtro solar, uma vez que a falta de medidas de fotoproteção também é um fator de piora. O médico dermatologista é o profissional habilitado para o diagnóstico precoce e correto da rosácea, sendo ele o responsável por indicar e prescrever o tratamento mais adequado para cada paciente objetivando o controle da doença.


Cuidados com a pele aos 20 anos
Os cuidados com a pele devem estar presentes desde o momento do nascimento, e especialmente aos 20 anos, momento de grande metabolismo celular cutâneo, os cuidados devem ser obrigatórios para se manter a jovialidade e a saúde da pele. A rotina de cuidados deve incluir o uso correto e regular do filtro solar, produtos de limpeza, demaquilantes apropriados, os tratamentos para acne, oleosidade excessiva e nessa fase já podem ser iniciados os primeiros cuidados com os produtos antienvelhecimento, porém sempre com a orientação e avaliação cuidadosa do médico dermatologista da SBD.


Cuidados com a pele aos 30 anos
Aos 30 anos de idade a pele é o reflexo dos hábitos de vida. A produção de colágeno reduz de forma substancial e em contrapartida o processo de degradação dessa importante proteína estrutural se acelera. Nesse momento a rotina de cuidados dermatológicos deve ser potencializada, pois o ritmo de renovação celular diminui e o surgimento das primeiras rugas, sinais de flacidez e manchas se tornam mais frequentes. Na atualidade é importante a combinação de tratamentos tópicos com procedimentos dermatológicos além do uso de nutricosméticos. A administração de toxina botulínica, peeling químicos, micoragulhamento, preenchimento e o tratamento com luzes podem já ser indicados. O médico dermatologista da SBD é o profissional indicado para realizar o tratamento e acompanhamento dos pacientes, personalizando os tratamentos e preservando a saúde da pele.


Cuidados com a pele aos 40 anos
Aos 40 anos de idade os sinais da passagem do tempo tendem a ser mais evidentes na pele. As rugas, flacidez, manchas solares podem estar mais acentuadas e nesse momento os cuidados dermatológicos tornam-se praticamente obrigatórios. As alterações hormonais influenciam diretamente no metabolismo e espessura da pele das mulheres, enquanto que a pele masculina apesar de ser mais espessa, sofre mais os efeitos deletérios do estresse celular oxidativo acumulado ao longo da vida, o que acarreta um envelhecimento mais drástico. Nesse momento o paciente que sempre cuidou da pele colherá os frutos do seu investimento e disciplina, porém nunca é tarde para se cuidar e envelhecer com dignidade. O médico dermatologista da SBD é o responsável por conduzir o melhor mtratamento para todas as faixas etárias.

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